Recordando as vítimas de Che Guevara

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Por Alberto de La Cruz, Babalú Blog, 8 de outubro de 2017.

Imagem: Young America's Foundation (YAF). Confira a tradução abaixo.

Che Guevara foi um terrorista internacional e assassino em massa. Durante suas campanhas violentas para impor o comunismo aos países latino-americanos, Che Guevara treinou e liderou os esquadrões de fuzilamento do regime de Castro, os quais executaram milhares de homens, mulheres e crianças.

Todos as pessoas exibidas nesta fotomontagem foram assassinadas por Che e pelo regime cubano, revelando a verdade sobre a hipocrisia cruel e assassina da imagem de Che e reconhecendo suas incontáveis vítimas — conhecidas e desconhecidas.

O Furacão Castro

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Por The Real Cuba.

Imagem: TheRealCuba.com.

O Furacão Castro ataca Cuba com os ventos do ódio e da destruição há 56 anos. Os danos causados por esse furacão assassino são incalculáveis. Mais de 200.000 mortes, dezenas de bilhões de dólares em prejuízos, 2.000.000 de refugiados, dor e sofrimento para milhões de pessoas. Estes são os resultados trágicos desse furacão. Todavia, após a tempestade sempre vem a calma, e certamente o povo cubano será capaz de reconstruir sua bela ilha e viver em paz assim que esse furacão homicida se for para sempre.





















Fidel Castro abate aeronave civil norte-americana matando 4 pessoas, entre elas 3 cidadãos norte-americanos

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Por Babalú Blog.


Em fevereiro de 1996, a crise dos balseiros cubanos que começara durante o “período especial” de austeridade e escassez foi amplamente mitigada. Os Estados Unidos concordaram em aceitar 25.000 refugiados cubanos anualmente por meio de um programa loteria de vistos, e o governo de Fidel Castro concordou em impedir que os balseiros fugissem. Mas durante o auge da crise dos balseiros, uma organização humanitária com sede em Miami chamada “Irmãos ao Resgate”, composta por pilotos cubanos exilados, saía em busca de balseiros, levando água e outros suprimentos para eles e coordenando os resgates pela Guarda Costeira. Hoje, seu papel humanitário está consideravelmente reduzido desde que os Estados Unidos concordaram em repatriar qualquer cubano interceptado em alto mar.

Os Irmãos em Resgate começaram a praticar atividades políticas mais abertamente, e às vezes sobrevoavam o espaço aéreo cubano para lançar folhetos. 24 de fevereiro de 1996 não foi uma dessas ocasiões, mas isso não impediu os caças MiGs da Força Aérea de Cuba de derrubar duas aeronaves civis desarmadas sobre águas internacionais, matando as quatro pessoas a bordo.

Este breve documentário (em espanhol com legendas em inglês) contém as gravações reais das transmissões de rádio entre os pilotos da Força Aérea cubana de Castro e seus superiores na base terrestre. É possível ouvi-los pedindo a autorização para derrubar as aeronaves turboélices desarmadas e regozijando-se quando os aviões se desintegram devido ao impacto de seus mísseis:


Fidel Castro admitiu que foi ele o responsável pela derrubada, mas tentou justificá-la, como pode ser visto neste trailer de um documentário sobre esse crime:


Mesmo o The New York Times, que raramente critica o regime de Castro, denunciou a derrubada com um editorial:
O regime cubano realizou a profecia do seu crítico mais mordaz neste sábado ao derrubar duas aeronaves civis norte-americanas. Não pode haver justificativa para matar deliberadamente quatro civis que não representam a menor ameaça militar a Cuba.
4. Presos políticos cubanos (Em breve)
5. Campos de trabalhos forçados: as UMAPs (Em breve)

Fidel Castro afunda o rebocador “13 de Marzo” matando mulheres e crianças cubanas

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Por Babalú Blog.


41 vítimas do massacre do rebocador “13 de Marzo”. Imagem: Translating Cuba.

Fidel Castro é elogiado e admirado por muitos que não conhecem a verdade sobre sua ditadura de mais de 50 anos em Cuba. Um dos crimes mais condenáveis cometidos por seu regime foi o afundamento de um rebocador que carregava 72 fugitivos em potencial do gulag tropical que é Cuba.

Em 1994, Cuba estava no auge do “período especial”. Este foi o eufemismo de Fidel Castro para a austeridade resultante da queda da União Soviética, a qual vinha subsidiando Cuba desde o início dos anos 1960. A comida era escassa, os tempos eram extremamente difíceis e os cubanos estavam desesperados para fugir da ditadura lançando-se ao mar em qualquer coisa que flutuasse. Aqui está um relato em primeira pessoa de como era a vida:
A queda da União Soviética, nosso principal consumidor de açúcar, levou a uma crise econômica em Cuba. Doze ou mais horas de cortes diários de energia flagelavam os bairros sem piedade. Armazenar água tornou-se um pesadelo para quem não possuía reservatórios suficientes. Em algumas mesas de jantar, os bifes viraram bifes de toranja; os sabonetes às vezes substituíam a pasta de dentes... 
Algo tinha que mudar. Com efeito, alguns cubanos optavam por construir jangadas e arriscar suas vidas no Estreito da Flórida para chegar a solo norte-americano.
Numa manhã de julho de 1994, um grupo de 72 cubanos embarcou num rebocador de propriedade do governo (chamado 13 de Marzo) com a intenção de navegar rumo à liberdade. Em poucos minutos, a embarcação foi atacada por outros rebocadores do governo. 41 cubanos foram mortos no incidente, 10 dos quais eram crianças.

Uma denúncia do incidente foi apresentada à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que é um “órgão autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), cuja missão é promover e proteger os direitos humanos no continente americano”. Afirma o relatório:
12. Em 13 de julho de 1994, às 3:00 a.m., aproximadamente, 72 cidadãos cubanos que tentavam deixar a ilha em direção aos Estados Unidos lançaram-se ao mar num velho rebocador chamado “13 de Marzo”. A embarcação usada para a fuga pertencia à Empresa de Serviços Marítimos do Ministério do Transporte. 
13. De acordo com testemunhas presenciais que sobreviveram ao naufrágio, logo depois que o rebocador “13 de Marzo” partiu do porto cubano, dois barcos da mesma empresa começaram a persegui-lo. Em cerca de 45 minutos de viagem, quando o rebocador se encontrava a 10 quilômetros das costas cubanas — num local conhecido como “La Poceta” —, dois outros barcos pertencentes à empresa mencionada, equipados com tanques e mangueiras de água, apareceram e atacaram o velho rebocador. “Polargo 2”, uma das embarcações pertencentes à empresa estatal cubana, bloqueou o velho rebocador “13 de Marzo” pela frente, enquanto a outra, “Polargo 5”, atacou pela traseira, partindo-lhe a popa. As outras duas embarcações estatais se posicionaram nas laterais, lançando água a pressão em todas as pessoas no convés com as mangueiras que possuíam. 
14. As súplicas das mulheres e crianças a bordo do rebocador “13 de Marzo” não puderam parar o ataque. O rebocador afundou, com um saldo de 41 pessoas mortas. Muitas pessoas pereceram no naufrágio porque os jatos de água que eram lançados em todos no convés as forçaram a buscar refúgio na sala de controle. Os sobreviventes também afirmam que os tripulantes dos quatro barcos estatais cubanos estavam vestidos como civis e que não prestaram auxílio quando estavam afundando. 
15. Mais tarde, chegaram lanchas da Guarda Costeira de Cuba e resgataram 31 sobreviventes. Depois de resgatados, eles foram levados ao posto da Guarda Costeira cubana de Jaimanitas, localizado a oeste de Havana. De lá, foram levados ao Centro de Detenção de Villa Marista, que também funciona como Quartel-general da Segurança do Estado. As mulheres e crianças foram liberadas e os homens permaneceram detidos.
Em suas conclusões, a Comissão determinou que:
O Estado cubano é responsável por violar o direito à vida — Artigo 1 da Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem — das 41 pessoas que naufragaram e pereceram como consequência do afundamento do rebocador “13 de Marzo”, cujos eventos ocorreram a dez quilômetros de distância das costas cubanas em 13 de julho de 1994. 
O Estado cubano é responsável por violar a integridade pessoal — Artigo 1 da Declaração Americana — das 31 pessoas que sobreviveram ao naufrágio do rebocador “13 de Marzo”, como consequência do trauma emocional que causou. 
O Estado cubano é responsável por violar o direito à livre circulação e o direito à justiça das 72 pessoas que tentavam fugir de Cuba, direitos consagrados nos artigos VIII e XVIII da Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem.
O horror dessa tragédia não pode ser devidamente expresso por escrito. Aqui está um vídeo com uma montagem de fotos das vítimas:


Aqui está um vídeo sobre o massacre que apresenta os testemunhos dos sobreviventes (lamentamos pela qualidade):


Testemunhos dos sobreviventes da tragédia causada por Castro também podem ser lidos no site da UNHCR, a Agência da ONU para Refugiados.

Aqui está o relatório da Anistia Internacional sobre o massacre.

Índice

4. Presos políticos cubanos (Em breve)
5. Campos de trabalhos forçados: as UMAPs (Em breve)

Esquadrões de fuzilamento em Cuba

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Por Babalú Blog.

Fidel Castro é muitas vezes retratado como o ditador “benevolente” de Cuba: tal imagem é indiscutivelmente falsa. A evidência de sua natureza sanguinária e assassina é inequívoca e está disponível a qualquer um que queira conhecer a verdade. Infelizmente, tal evidência raramente é discutida pelos meios de comunicação e nas escolas. Entre as atrocidades cometidas por Fidel Castro, talvez a mais terrível sejam os esquadrões de fuzilamento que ele implementou. Começando como rebelde, antes de finalmente tomar o poder em Cuba, Fidel Castro utilizou as execuções por pelotão de fuzilamento para impor disciplina, punir companheiros considerados desleais ou intimidar adversários em potencial. No começo do regime castrista, havia um reinado de terror típico das revoluções em que se faz uso predominante dos fuzilamentos, mas as execuções continuaram por décadas.

O Arquivo Cuba, que documenta mortes e desaparecimentos causados pela revolução cubana de Fidel Castro, documentou 3.615 execuções por fuzilamento conduzidas pelo Estado cubano desde que Castro tomou o poder em 1 de janeiro de 1959.

Os opositores da pena de morte devem estar chocados com a quantidade de mortes que Fidel Castro e seus cúmplices diretamente provocaram. Mas é importante notar que na Cuba revolucionária não há nenhuma das garantias processuais devidas presentes numa democracia de tipo ocidental. À maioria das vítimas fuziladas de Castro foi dado apenas um julgamento teatral cujo resultado estava predeterminado; algumas não tiveram nem isso.

Ernesto “Che” Guevara é um ícone da cultura pop; seu rosto adorna pôsteres e camisetas em todo o mundo. A maioria das pessoas não sabe que ele era o carrasco-chefe de Fidel Castro e foi pessoalmente responsável pelo fuzilamento de no mínimo 100 pessoas, muitas vezes com ele mesmo desferindo o tiro de misericórdia. Em resposta a questionamentos sobre os pelotões de fuzilamento de Castro, Guevara disse certa vez: “Para fuzilar pessoas não são necessárias provas judiciais. Esses procedimentos são um detalhe arcaico burguês. Isso é uma revolução. E um revolucionário deve tornar-se uma fria máquina de matar movido por puro ódio.”

Abaixo, um clipe castrista mostra um julgamento e uma execução durante o reinado de terror:


Além dos fuzilamentos, 1.253 assassinatos extrajudiciais são atribuídos ao regime de Castro.

Abaixo está a imagem de uma vítima fuzilada sendo vendada por um Raúl Castro jovem. É importante dizer que Raúl, o atual ditador de Cuba, muitas vezes apresentado como um homem de coração mole e pragmático, tem tanto sangue nas mãos quanto seu irmão mais velho, Fidel.


Mais imagens tenebrosas dos fuzilamentos castristas estão disponíveis em TheRealCuba.comLatinAmericanStudies.org. Um vídeo do Coronel Cornelio Rojas sendo executado por um pelotão de fuzilamento castrista pode ser visto aqui. Veja mais sobre a atmosfera circense que havia em torno dos julgamentos e execuções nesta reportagem histórica.

Os irmãos Castro também promoveram fuzilamentos mais recentemente. No verão de 1989, o regime castrista prendeu o General do Exército Cubano Arnaldo Ochoa e vários outros oficiais. Eles foram acusados de tráfico de drogas. Dentro de algumas semanas, Ochoa e outros três foram mortos nas mãos de um esquadrão de fuzilamento castrista. O julgamento foi uma farsa na qual Ochoa foi forçado a confessar (assista ao vídeo). Muitos acreditam que o verdadeiro crime cometido por Ochoa e outros acusados tenha sido a deslealdade, uma vez que Cuba é uma ponte conhecida para o transporte de drogas ilegais há anos e é altamente improvável que os irmãos Castro não o soubessem e não lucrassem com isso.

Em abril de 2003, o governo de Fidel Castro executou três homens que sequestraram uma balsa na tentativa de fugir de Cuba. Foram condenados à morte e fuzilados menos de duas semanas após o cometimento do alegado crime.

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4. Presos políticos cubanos (Em breve)
5. Campos de trabalhos forçados: as UMAPs (Em breve)

Os maiores crimes e atrocidades de Fidel Castro - Introdução

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Por Babalú Blog.

Já se perguntou o que há de tão errado com Fidel Castro? Você não está sozinho; muitas pessoas simplesmente não sabem muito a respeito dele além das coisas que ouviram, como, por exemplo, que ele implementou sistemas de saúde e educação de alto nível no pobre país de terceiro mundo que é Cuba. Isso acontece porque a maior parte da mídia internacional negligenciou seu dever de relatar a verdade sobre a ditadura que se encontra a 145 quilômetros da costa norte-americana.

As páginas abaixo procuram corrigir isso e informar sobre o verdadeiro Fidel Castro, um ditador assassino que permaneceu no poder durante 53 anos, e ainda permanece*. Pense a respeito: mesmo se ele fosse um “bom ditador”, você poderia se imaginar vivendo sob o governo do mesmo homem por 53 anos? Bem, aqui está a lista, clique nos links para ver um artigo sobre cada tópico com links para referências e fontes de informação.

Índice

4. Presos políticos cubanos (Em breve)
5. Campos de trabalhos forçados: as UMAPs (Em breve)

* Esta série de artigos foi escrita antes da morte do ditador Fidel Castro. (N. do T.)

Fonte.

Venezuela: “Lilian, estão me torturando!”, o comovente grito de Leopoldo López na prisão

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La Nacion, 23 de junho de 2017.

O vídeo foi divulgado nas redes sociais por Lilian Tintori, a esposa do líder opositor ao regime de Nicolás Maduro

Foto: Arquivo.

O opositor venezuelano Leopoldo López gritou “estão me torturando!” de dentro do presídio militar de Ramo Verde, onde se encontra detido desde 2014, de acordo com um vídeo divulgado nas redes sociais por sua esposa, Lilian Tintori.

“Lilian, estão me torturando! Denunciem! Denunciem! Lilian, denuncie”, gritou López a Tintori, como é possível ouvir no vídeo de 26 segundos que foi gravado nas proximidades da prisão, localizada nos arredores de Caracas.

“Leopoldo grita de Ramo Verde. Denuncio que estão torturando Leopoldo”, disse Tintori na descrição do vídeo, sem mais detalhes, por isso não se sabe quando foi gravado.

Mais cedo, a esposa do político venezuelano denunciou que seu marido está há 78 dias sem acesso a seus advogados e atribuiu a culpa por essa situação ao presidente do país, Nicolás Maduro.

“78 dias se passaram sem Leopoldo receber a visita de seus advogados. Visita, telefonema ou qualquer outra coisa. Leopoldo está incomunicável”, declarou Tintori numa coletiva de imprensa em Caracas.


A mulher de López acrescentou: “Denunciamos que essa ordem foi dada na televisão por Diosdado Cabello”, referindo-se ao primeiro vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).

“É ilegal, é uma violação dos seus direitos”, afirmou Tintori, que disse estar sem poder visitar seu marido há 19 dias e anunciou uma nova ida hoje ao presídio de Ramo Verde, para tentar obter acesso à prisão e ver seu marido.

Tintori apelou à Comissão Interamericana de Direitos Humanos para que intervenha no caso de López e denunciou que o representante venezuelano na organização impediu sua tentativa de apresentar argumentos perante a comissão.

López foi condenado em setembro de 2015 a quase 14 anos de prisão como responsável pelos conflitos ocorridos ao final de uma manifestação contra o governo em 2014, em que três pessoas morreram.

O político de 46 anos foi declarado “preso de consciência” pela Anistia Internacional (AI).

Fonte.

51 presos de consciência esquecidos de Cuba

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Victims of Communism Memorial Foundation/Dissident, 22 de março de 2016.


Durante sua conferência conjunta de imprensa na segunda-feira (21), os presidentes Barack Obama e Raúl Castro responderam às perguntas dos jornalistas. Quando Jim Acosta (CNN) — ele próprio filho de um imigrante cubano — perguntou a Castro sobre os presos políticos de Cuba, a resposta deste foi: “Dê-me o nome ou nomes, e se houver presos políticos, eles serão libertados esta noite.”

A Fundação para o Memorial das Vítimas do Comunismo tem os nomes.

Nossa lista de 51 prisioneiros, infelizmente, não é completa — estima-se que o número de presos políticos cubanos hoje seja maior que 100. Mas esse número triplicou no dia anterior à chegada de Barack Obama a Cuba. Nesses “51 presos de consciência esquecidos” estão dissidentes políticos, ex-militantes do Partido Comunista, o filho de uma cristã preso pelo governo na tentativa de forçar sua mãe a tornar-se uma informante, e um cantor de rap considerado um “perigo para a sociedade”. As famílias dos “51 esquecidos” não são informadas sobre a situação legal e o estado de saúde dos seus entes presos injustamente. A maioria foi detida sem aviso prévio dos crimes pelos quais são acusados. Não há justa defesa no sistema político autoritário de Cuba.


Desde a revolução de Fidel Castro em 1959, o regime comunista de Cuba procura deliberadamente silenciar aqueles que criticam ou ameaçam o status quo de sua ditadura. Alguns desses prisioneiros de consciência estiveram presos por mais de 20 anos. Outros são continuamente detidos, libertados e presos novamente como parte de um ciclo de intimidação e coerção com o objetivo de punir os dissidentes. Durante o período de detenção, eles não têm acesso a assistência médica adequada ou visita familiar, nem recebem o devido processo legal e um julgamento justo.

O regime castrista insiste em que não mantém presos políticos. Eles atribuem essas detenções a crimes comuns e violações da lei cubana. No entanto, apenas em 2015, mais de 8.000 cubanos foram presos por “razões políticas”. E, em janeiro de 2016, 1.474 pessoas foram detidas.

Embora ninguém saiba o número exato dos presos de consciência de Cuba, a seguinte lista de 51 presos compilada pelo Directorio representa as demais milhares de pessoas que são oprimidas e silenciadas pelo regime repressivo de Cuba. Por favor, tire um tempinho para assinar e compartilhar esta petição do Change.org exortando a imprensa a informar sobre os indivíduos que continuam a sofrer sob o jugo opressor do comunismo.

>>Veja a lista dos 51 presos de consciência esquecidos de Cuba

Para mais informações ou agendar uma entrevista de imprensa, por favor, entre em contato com Ayla Ybarra em ayla.ybarra@victimsofcommunism.org ou pelo número (202) 629-9500.

Os presos políticos em Cuba

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Por Directorio Democratico Cubano[s.d.].



A legislação do regime castrista em Cuba proíbe a liberdade de expressão, associação e reunião de seus cidadãos. Qualquer pessoa que tenta expressar pontos de vista distintos dos da ideologia oficial, frequentar reuniões não apoiadas pelo governo, ou criar organizações independentes corre o risco de ser perseguida e reprimida, com punições que vão de assédio e ameaças a perda de emprego, espancamentos e prisão.

Por essa razão, em Cuba há centenas de presos políticos — e provavelmente muitos mais além das centenas de casos conhecidos. Presos políticos são indivíduos encarcerados por razões políticas. A Anistia Internacional, organização dedicada à defesa dos direitos humanos e presos de consciência, considera que estes são “pessoas que foram presas por suas crenças políticas ou religiosas ou outro tipo de crenças adotadas conscientemente, ou por razão de sua origem étnica, sexual, racial ou nacional, desde que não tenham feito uso da violência”. (“Cuba: Prisioneros de conciencia actuales deben ser liberados”, AMR, 25/36/99.)

Os presos de consciência cubanos são homens e mulheres de todas as raças e idades. Alguns foram sentenciados explicitamente por razões políticas, como “propaganda inimiga” ou “desacato à figura do Comandante-em-Chefe”, enquanto outros foram acusados de crimes fictícios para que se possam ocultar as verdadeiras razões de sua reclusão.

O sistema judicial cubano tem poucas garantias para proteger esses indivíduos, já que os advogados em Cuba são todos funcionários do Estado e muitas vezes temem questionar seriamente os argumentos apresentados pelos promotores ou pelo Departamento de Segurança do Estado, por medo de também sofrer represálias. Além disso, aos advogados do prisioneiro nem sempre é dado tempo suficiente para preparar a defesa, ou, às vezes, os detentos são proibidos de encontrar-se com seus advogados e até pressionados a assinar documentos incriminatórios. (Ibidem.)


Havana não permite “concentração da riqueza”

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Martí Noticias, 8 de junho de 2017.

GAESA, a empresa mais poderosa de Cuba nas mãos de uma família.

Sede do Grupo de Administração Empresarial S.A., GAESA, um verdadeiro polvo controlado pelos militares (E.Pérez Chang)

Marino Murillo

Marino Murillo

Vice-presidente do Conselho de Ministros de Cuba
"Não será permitida a concentração da propriedade e da riqueza (...) mesmo quando se promove a existência de formas de gestão privadas"









O aviso sobre a concentração de propriedade e riqueza contrasta com o monopólio dos ativos que geram receitas em moeda estrangeira pelo Grupo de Administração Empresarial S.A., GAESA, império militar-empresarial impulsionado por Raúl Castro a partir do final dos anos 1990 e dirigido por seu ex-genro, o General de Brigada Luis Alberto Rodríguez López-Callejas.

As empresas administradas pelo GAESA representam entre 50% e 80% das receitas em divisa conversível de Cuba. O Grupo é dono de quase todas as redes de comércio varejista em CUC [1] e cerca de 60 hotéis frequentados por empresas estrangeiras.

Controla, além disso, restaurantes, postos de combustível, frotas de automóveis de aluguel e empresas que importam de tudo, desde óleo de cozinha até aparelhos telefônicos.

Notas

[1] Peso cubano conversível. (N. do T.)