Havana não permite “concentração da riqueza”

Tradução nossa. Confira mais na seção Castrolândia


Martí Noticias, 8 de junho de 2017.

GAESA, a empresa mais poderosa de Cuba nas mãos de uma família.

Sede do Grupo de Administração Empresarial S.A., GAESA, um verdadeiro polvo controlado pelos militares (E.Pérez Chang)

Marino Murillo

Marino Murillo

Vice-presidente do Conselho de Ministros de Cuba
"Não será permitida a concentração da propriedade e da riqueza (...) mesmo quando se promove a existência de formas de gestão privadas"









O aviso sobre a concentração de propriedade e riqueza contrasta com o monopólio dos ativos que geram receitas em moeda estrangeira pelo Grupo de Administração Empresarial S.A., GAESA, império militar-empresarial impulsionado por Raúl Castro a partir do final dos anos 1990 e dirigido por seu ex-genro, o General de Brigada Luis Alberto Rodríguez López-Callejas.

As empresas administradas pelo GAESA representam entre 50% e 80% das receitas em divisa conversível de Cuba. O Grupo é dono de quase todas as redes de comércio varejista em CUC [1] e cerca de 60 hotéis frequentados por empresas estrangeiras.

Controla, além disso, restaurantes, postos de combustível, frotas de automóveis de aluguel e empresas que importam de tudo, desde óleo de cozinha até aparelhos telefônicos.

Notas

[1] Peso cubano conversível. (N. do T.)